Textos Recomendados

Textos Recentes

Haka - All Blacks

Alguém aí gosta de rugby? Alguém aí já ouviu falar de rugby? Rugby, esporte de origem inglesa trazido ao Brasil pelo mesmo Charles Miller que trouxe o futebol, é um esporte bastante difundido no Brasil, ainda que muitos de vocês acreditem que não. Existem times pra todos os lados, inclusive eu joguei rugby, meu irmão mais novo já jogou e meu irmão mais velho, o Bento, já treinou tambãm que eu me lembro.

Pois bem, a Nova Zelãndia, um dos times mais tradicionais do esporte, mais conhecida como All Blacks - nem preciso dizer qual a cor do uniforme deles né? - apresenta a cada partida um ritual que fascina, atrai e deixa qualquer leigo maravilhado, a danãa conhecida como Haka.

A Haka tem sua origem na cultura maori (povo antigo da Nova Zelãndia, cuja descendência é bastante comum nos cidadãos de lã) e tem sua histãria creditada a Tane-rore, filho de Tama-nui-to-ra e Hine-raumati. Segundo o mito, Tane-rore representa o vento nos dias quentes de verão, coreografado na dança com o tremor das mãos.

Na coreografia feita pelo All Blacks, a dança é comandada pelo jogador de sangue maori mais velho, e não pelo capitão do time, como seria de se esperar. O refrão de incitamento serve para animar o espírito dos jogadores e lembrar o comportamento correto a ser seguido durante o jogo.

A Haka utilizada pelo All Blacks originalmente é a Ka Mate, cuja criação é creditada ao chefe maori Te Rauparaha. Várias vezes, em ocasiões especiais, o All Blacks usou a Haka chamada Kapa o Pango, criada especificamente para o time, que causou polêmica pelo gesto final dos jogadores, simulando o corte da garganta do time contrário. Apesar desse incidente, a NZRU (New Zealand Rugby Union) chegou à conclusão de que o gesto teria, de acordo com a cultura maori, o sentido de levar energia vital ao coração e pulmões.

Bom, cada um tira suas próprias conclusões. Mas que é impressionante de assistir, disso não há dúvida.

Ka Mate

Kapa o Pango

Indique esse artigo:

Adicionar esse texto no Rec6 · Adicionar esse texto no Linkk · · Adicionar aos Favoritos BlogBlogs

Assine nosso Feed RSS, ou se preferir, nossa Newsletter

Compare preços no JáCotei

Eu queria tocar guitarra desse jeito

Serei bastante conciso pra falar desse vídeo. É um trecho do show do comediante Michael Winslow que eu achei no Portal Cab. Ele imita os sons de guitarra de Jimi Hendrix com perfeição. Parece pouco né? Se eu tivesse metade da habilidade desse cara a minha vida no Lockfist 669 ficaria muito mais fácil.

De mímicas eu passaria a fazer minhas idéias na guitarra com a boca.

Quer saber quem é o cara visita o Portal Cab, lá tem a resposta. Aliás, visite de qualquer jeito, tem muita coisa boa por lá.

Indique esse artigo:

Adicionar esse texto no Rec6 · Adicionar esse texto no Linkk · · Adicionar aos Favoritos BlogBlogs

Assine nosso Feed RSS, ou se preferir, nossa Newsletter

Compare preços no JáCotei

Zé do Caixão de volta com A Encarnação do Demônio

José Mojica Marins, mais conhecido por Zé do Caixão[bb], está de volta às telas do cinema.

Após mais de 20 anos sem filmar o cineasta concluiu seu mais novo trabalho, A Encarnação do Demônio, que encerra a trilogia iniciada com À Meia-noite Levarei sua Alma (1964) e que teve seqüência com Esta Noite Encarnarei no seu Cadáver (1966). Desde então já tinha pronto um outro roteiro, “Encarnação do Demônio”, cuja produção tentou levantar mas nunca conseguiu, devido ao seu alto custo e risco de ser cortada ou mesmo apreendida pela censura do regime militar.

É o projeto mais ambicioso do cineasta, que conta no elenco com nomes como Jece Valadão (que faleceu durantes as filmagens, mas ao que consta no “trailer” aparecerá no filme), Milhem Cortaz (o Capitão Fábio do Tropa de Elite), José Celso Martinez Corrêa, figurino de Alexandre Herchcovitch e, é claro, José Mojica no seu personagem mais famoso, Zé do Caixão.

Vejam o trailer e sintam o clima. A produção pelo que dá pra ver foi de primeira mesmo.

Apesar de nunca ter visto um filme inteiro do José Mojica eu vou ver se assisto esse no cinema quando for lançado (ainda não há data de lançamento). Infelizmente os filmes dele são difíceis de se encontrar em locadoras. No exterior ele é muito respeitado, tendo ganhado diversos prêmios em vários países, mas aqui ainda é visto mais como uma figura cômica do que um cineasta, situação com a qual acabou aceitando conviver devido a problemas financeiros. Lamentável.

Indique esse artigo:

Adicionar esse texto no Rec6 · Adicionar esse texto no Linkk · · Adicionar aos Favoritos BlogBlogs

Assine nosso Feed RSS, ou se preferir, nossa Newsletter

Compare preços no JáCotei

O buraco é mais embaixo

Às vezes a gente lê algumas coisas, sente aquela certeza enorme de que concorda com tudo o que foi escrito, e depois pára pra pensar e conclui que as coisas possuem matizes muito mais perversos do que é possível perceber logo de cara.

Eu li esse texto do Contraditorium, a respeito do fechamento de quatro bibliotecas públicas em São Paulo pelo prefeito Gilberto Kassab. A justificativa para o fechamento foi de que as bibliotecas não possuiam retiradas suficientes e eram pouco freqüentadas pela população do bairro.

O Cardoso menciona nesse texto um post do Morróida a respeito de uma tal de Leidiane, que ficou conhecida como a Peladona do Funk depois de ter dançado nua em um baile aceitando uma aposta feita por um cantor.

Bom, por mais que eu sinta a tentação de concordar com os argumentos dos dois, basicamente - tem gente que pede pra se fuder - eu me lembro de várias situações que presenciei que fazem a gente pensar um pouco melhor sobre o que está acontecendo com o povo brasileiro.

Primeiro, lembro-me de um atendimento que acompanhei na Promotoria de Infância e Juventude lá em Londrina. Uma garota de pouco mais de quatorze, quinze anos, grávida, já com um ou dois filhos também. A promotora questionou a garota acerca de quem seria o pai da criança e ela respondeu que não sabia. Não que não tivesse certeza, não sabia mesmo, sem a menor noção. Eu me lembro de ter reparado nas condições em que a menina se encontrava. Suja, fedia muito, e tinha um olhar perdido, respondendo às perguntas da Promotora com frases curtas e bastante dificuldade.

A segunda situação foi um comentário que minha mãe fez a respeito da dificuldade que ela tinha de explicar a um pedreiro o lugar em que ficaria uma cama de alvenaria. Ela apontava o local na planta e gesticulava mostrando no chão e na parede o que se esperava como resultado final. O homem não conseguia entender de jeito nenhum. Mais tarde minha mãe me explicou que essa transposição, de um desenho em duas dimensões para a obra em três dimensões, é uma habilidade que requer estudo pra ser adquirida.

Pois bem, o meu ponto de vista aqui é o seguinte. Não dá pra esperar um comportamento de uma pessoa quando esse comportamento presume um determinado cabedal de conhecimentos. Atitudes que pra uma pessoa estudada parecem óbvias, como dispensar o telefone em caso de necessidade, podem não ser tão claras pra uma pessoa de pouco estudo.

A questão de os pobres preferirem funk a uma leitura tem mais a ver com a facilidade de assimilação do que com uma falha inerente de caráter. Programas de qualidade passam em horários absurdos. A televisão brasileira vem, num processo de mais de trinta anos, baixando o nível de complexidade de seus programas para se adequar ao gosto da população. O problema é que como o conteúdo de menor qualidade gera dinheiro ele acaba sendo priorizado, e como as pessoas são acostumadas desde cedo a aceitar esse tipo de coisa um futuro rebaixamento na qualidade será recebido com muito mais complacência. Até os níveis de bizarrice que a gente acompanha hoje em dia.

Indique esse artigo:

Adicionar esse texto no Rec6 · Adicionar esse texto no Linkk · · Adicionar aos Favoritos BlogBlogs

Assine nosso Feed RSS, ou se preferir, nossa Newsletter

Compare preços no JáCotei

Papel de parede

Papel de parede para download

Estava dando uma navegada no Deviant Art e não consegui encontrar uma opção fácil pra filtrar papéis de parede. Há várias imagens muito legais nesse site, estou mesmo dando uma pesquisada pra ver se acho algo legal pra minha próxima tatuagem, mas tive dificuldade pra achar um papel de parede bom pra download.

Pra galera do rock, o Whiplash tem uma coleção enorme de papéis de parede de bandas de Rock e Heavy Metal. Dei uma pesquisada e achei uma lista de links para sites com coleções de wallpapers bem legais, de vários temas. Vale uma conferida.

Indique esse artigo:

Adicionar esse texto no Rec6 · Adicionar esse texto no Linkk · · Adicionar aos Favoritos BlogBlogs

Assine nosso Feed RSS, ou se preferir, nossa Newsletter

Compare preços no JáCotei

Eric Clapton - A Autobiografia

Creio que todo mundo que lê este blog conhece pelo menos boa parte da obra desse mestre da guitarra, que pra mim está entre os melhores músicos de todos os tempos.

Ainda que, em sua vasta obra musical tenha, por vezes, alternado bons (ou excepcionais) e maus momentos, o legado que ele vai deixar é inestimável para qualquer amante da boa música.

Mas o que quero falar aqui é a respeito do seu livro, lançado ano passado, intitulado Eric Clapton - A Autobiografia[bb].

Como o título já diz, o livro foi escrito pelo próprio Eric Clapton, que anteriormente havia decidido contratar alguém para escrevê-lo, mas após ver que já tinha tudo que necessitava em mãos, decidiu simplesmente organizar as coisas e colocá-las no papel.

O livro relata desde a infância de Clapton em Ripley (Inglaterra), onde nasceu, até os dias atuais e nos mostra um relato sincero e aberto de toda a vida do guitarrista, sem esconder os vícios, os casos amorosos, os traumas e também, é claro, os êxitos que teve em toda a sua vida.

Se você gosta de ir além de ouvir os seus discos do Eric Clapton e gostaria de conhecer um pouco mais do deus da guitarra recomendo a leitura. E se você não é muito de ler como eu, não se assuste com o tamanho do livro (são quase 400 páginas), garanto que você não vai largá-lo antes de terminar. Altamente recomendado.

Esse texto é uma contribuição do Ricardo, que não tem blog mas volta e meia dá uns pitacos por essas bandas. Quem sabe um dia eu o convenço a montar um projeto próprio?

Indique esse artigo:

Adicionar esse texto no Rec6 · Adicionar esse texto no Linkk · · Adicionar aos Favoritos BlogBlogs

Assine nosso Feed RSS, ou se preferir, nossa Newsletter

Compare preços no JáCotei